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Pointless

Posted : 9 months ago on 23 January 2014 03:00 (A review of Cannibal Holocaust)

Crap movie in all of its aspects.
It fails to show on a satirical way such deep, interesting, disturbing and creepy old cultures, mading it all seem like a stupid Reality TV Show fulfilled with unneeded parts.
Horrible actings, weak story, bad writing, blank directing and full of offensive scenes that can only cause rage on the audience.
Cannibal Holocaust tops my "worst movies" list for sure.

P.s: Killing animals for a shocking factor on a movie is repulsive enough, but doing it on a pointless way on such a crappy project is wordless.




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James Wan's Weakest

Posted : 9 months ago on 23 January 2014 02:54 (A review of Insidious: Chapter 2)

As a horror director for creepy and frightening movies, James Wan built a solid career worldwide, ranking among the top finest filmmakers so far.
After releasing the modern classic "Saw", movie loved by both critics and public, James kept himself on the top with the not-so-brilliant "Dead Silence", which continued to show the directors creativity and capacity of building a good and spooky atmosphere.

Moving on to "Insidious", the director ended once again on the spotlight, creating a fresh yet scary movie with a strong comedy aspect as well. The last one being superior to "Dead Silence" but yet far behind from "Saw".

That being said, most directors nowadays would see their careers falling apart with ridiculous releases, once it's hard to keep up with the genre horror.
That's when James Wan proves himself as one of the names to watch out for. "The Conjuring" ends up being one of the best horror movies ever made and tops all lists of "Best Horror Movie of the Decade", a thought shared by many (including myself)

With a career marked with good and decent movies that surround clever plot twists and dark atmosphere, the director makes his latest statment with "Insidious Part 2", his first sequel.
That's when all his work of art said below falls apart.
"Insidious part 2" remains as an "ok" horror movie with some interesting aspects, counting on a good plot and well-developed characters. Its weakest link comes as a surprise: The creativity (the most claimmed aspect of the director's work).
That puts a questions in my head: Did James Wan wasted all his creativity on "The Conjuring"?


"Insidious part 2" counts on great performances but lacks any scene that was scary enough. Vain ghosts and jump-scares seen a thousand of times before fulfill the rest of the film.

The atmosphere once again gives the movie a good breath, keeping it dark and coloured at the same time. Something like Dario Argento meets Wes Craven.

I strongly believe that, as a director, "Insidious part 2" goes far from being Wan's best work, but, considering the latest horror movies and directors on the run, James Wan is still a name that everyone should keep an eye on.


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Por favor, não.

Posted : 3 years, 11 months ago on 12 November 2010 10:48 (A review of [REC] 2)

Apenas alguns minutos se passaram desde que as autoridades perderam contato com as pessoas presas dentro do prédio em quarentena. Ninguém sabe exatamente o que está acontecendo lá dentro. Do lado de fora, o caos reina. Para a Unidade de Operações Especiais esta é uma missão que parece simples e consiste apenas em entrar no edifício e analisar a situação. Mas, como sabemos, as aparências enganam.

[REC]² é a continuação do já clássico [REC], filme espanhol que deu banho na maioria de filmes americanos do mesmo ano que foi lançado, aliás, deu um banho em filmes americanos de todos os anos.
Com uma proposta simples e interessante, [REC] nos mostrou que não é só nos EUA que sabem fazer bons filmes. Poisé, infelizmente [REC]² veio para nos mostrar que também não são só os americanos que gostam de estragar filmes em continuações ruins (ou até, provavelmente, em uma série de filmes caça-níqueis).

Começando exatamente de onde o último filme parou, [REC]² tem um ótimo chute inicial, mostrando policiais prestes a entrar no prédio na maior da inocência (daí que a gente já começa a ter pena dos coitados).
Um dos caras vem com uma câmera, enquanto os outros (cada um deles) tem uma câmera no capacete, o que foi uma sacada boa demais dos diretores, já que poderiam explorar mais cada situação, mesmo quando os personagens se separassem ou qualquer outro caso em que o 'cinegrafista' não era quem estava a frente do problema.
Ok, você não disse que o filme era ruim? É, eu disse, calma. Mas é que ele não é de TODO ruim, ele é até bem divertido, hm.

Depois desse ponta pé inicial o filme ainda segue seu ritmo, com os policias entrando no prédio, procurando nos cômodos e nos deixando presos a cadeira a cada virada de câmera.



Agora, vamos aos pontos que cagaram o filme:
Primeiramente, o título-spoiler nacional - REC - POSSUÍDOS. Primeiro: Quem decidiu colocar esse sub título merece um "vá se fuder", segundo, obrigado, agora não preciso mais assistir o filme pra descobrir que eles não eram zombies e sim possuídos.
Continuando, o filme ia indo bem até, mas a partir do momento em que os policiais putinhos decidem descobrir tudo que está ocorrendo e acabam descobrindo que o cara lá era na realidade um padre e que todos aqueles doidinhos de pedra não passavam de 'pessoas possuídas por demônios' o filme desanda legal, vai pro ralo, pra falar a verdade (poxa, nesse filme agora os possuídos passaram a falar, enganar e rir dos sobreviventes, engraçado que antes eles não tinham essa incrível habilidade).



Não contentes em acabar com o suspense e graça do primeiro filme, os queridos diretores decidiram inserir no filme algo que deixa qualquer crítico-anti-filme-americano calar a boca legal. (é, a gente sabe que tem crítico que ama xingar coisas erradas de filmes americanos e falar que é "coisa de americano", né?).
Mas então, REC² vem e nos enfia goela abaixo TRÊS ADOLESCENTES QUE DECIDEM ENTRAR NO PRÉDIO POR UM BUEIRO!!!!! (Nossa, tão fácil, né?)

Então o filme se torna uma coisa bem, hm, chata de se assistir. Adolescentes e policias se encontram, possuídos decidem sumir de cena pra aparecer do nada e em bandos, mas sempre um vem lá dar uma palavrinha com o padre. Ah, já comentei que os caras tem medo de oração e da cruz? AHAHAHAHA, poisé.



Depois de algum tempo, quando eu já tava quase dormindo, o filme me ofereceu mais uma surpresa (e dessa vez boa). A volta da personagem "sobrevivente" do filme anterior: Angela Vidal (minha ídola, te amo).

Agora ok, mais bla bla bla de personagem sendo morto, zombies (opa, possuídos*) aparecem do nada e mais bla bla bla.

Chegamos no final, eba. E agora, o que vai acontecer?

Vamos ae, façam uma lista de mil boas maneiras de acabar o filme.
Poisé, errou, nenhuma dessas.

Agora pensem mais mil maneiras de acabar o filme, mas, dessa vez, maneiras RUINS.
Pá, errou denovo :(

Simplesmente a maneira que escolheram beira ao ridículo do rídiculo, aquele fim que te faz levantar e pensar *OK ESTOU COM TANTA RAIVA QUE VOU... CORRER PRO LISTAL DAR NOTA MÉDIA E FAZER UM REVIEW PODRE FALANDO MAL* Hm, que revolta.

É isso ae, como qualquer aspirante a crítico, vou imitar meus mestres e ser um pouco (mais!?) incoerente:
Meti pau no filme o review quase inteiro mas recomendo demais pra quem não tem nada pra fazer. Muahaha.



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What a cliche! (But not that bad)

Posted : 4 years, 2 months ago on 29 July 2010 03:04 (A review of The Unborn)

The Unborn (Alma Perdida), lançado em 2009 não se trata de um filme completamente ruim, apesar de não ser um filme bom... vamos ver...
Pôloco! O filme tem média 4.5 (média que considero para filmes que são mais que chatos, que são...hhm.... MUITO CHATOS, entende?)
Mas assim, The Unborn (não me obrigue a ficar falando 'Alma Perdida', obrigado) não é um filme MUITO CHATO, nem considero ele 'CHATO', ele é só... clichê.


Já viu uma atriz bonitinha sendo perseguida por um espírito? Aham.
Já viu uma melhor amiga que custa a acreditar mas depois acaba acreditando e ajudando a amiga? Aham.
Já viu um namorado que tenta ajudar ao máximo a namorada apesar de duvidar que ela seja louca? Aham.
Já viu um ótimo ator fazer ponta no filme como padre, rabino, diabo a quatro? Aham.
Já viu uma criança estranha que aparece toda hora e desaparece em um flash? Aham.
Já viu reflexo de espírito no espelho? Aham.
Já viu um coadjuvante que morre no meio do filme bem quando vai entregar a história toda? Aham.
Já viu um espírito-criança-má-vingativa? Aham.
Já viu uma velha que conhece a história do espírito e manda a protagonista embora quando ela cita a história ao ir procurar ajuda? Aham.
Já viu a mesma velha voltar atrás e decidir ajudar a protagonista depois de mandá-la embora? Aham.

Vou parar por aqui (pois, acredite, eu poderia contar o filme todo só continuando o modelo que fiz). E é disso que Unborn é feito: Um puro clichê do gênero.



MÃÃÃÃÃÃÃS, você gosta de tudo citado acima? Gosta de uma adolescente bonita (por sinal, nesse filme a protagonista é linda-gostosa-perfeita-ó-mamãe-quero-uma-igual-ali-no-meu-quarto) sendo perseguida por um espírito do mal? Gosta de fantasmas estranhos matando o elenco coadjuvante? Gosta de um suspense com clima teen que você vai esquecer daqui a algumas horas? Gosta de sustos fáceis durante o filme todo?
Pronto, The Unborn tá ae!

Só não pense que o diretor é burro, porque, qualquer um vai perceber que ele soube usar o que de melhor tinha no filme: O corpo da atriz Odette Yustman.
Acho que o poster já é o suficiente pra sustentar o meu argumento, né?
Se não, dá uma olhada em um take:


Ae David Goyer, valeu, champs!

Pronto, The Unborn é um prato cheio!
Chame os amigos, namorada, papai, mamãe, vovó, titio, qualquer um, só se lembre: Antes de começar o filme, NÃO CHAME O SEU CÉREBRO. Simplesmente deixe-o de molho, bem longe, e pronto: Divirta-se.

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Assisti, esqueci.

Posted : 4 years, 2 months ago on 28 July 2010 05:14 (A review of Pandorum)

Fórmula saturada, personagens fracos, atores sem carisma, história chupada...

Pandorum se trata de um thriller que segue a linha do Alien de Ridley Scott e noventa por cento dos filmes futurísticos que se passam em naves espaciais, abusando de tiros, monstros perseguindo e matando o elenco, armas futurísticas, personagens bad-ass e um fim esperançoso.
Porém, mesmo com toda a maré contra, o filme consegue ainda assim divertir.

Se passando no ano 2200, o filme começa com dois tripulantes (Ben Foster e Dennis Quaid) acordando em uma nave espacial sem saber quem são, como foram parar ali e qual sua missão. Com o tempo suas memórias vão voltando e descobrem que sua missão tem a ver com a sobrevivência da humanidade.
Com o tempo descobrem mais sobreviventes, porém, precisam correr contra o tempo e contra monstros sedentos por sangue para concluir sua missão.



O filme recebe um ótimo pontapé inicial ao mostrar dois tripulantes acordarem totalmente atordoados e sem idéia de onde estão e porquê estão, conseguindo se manter interessante até a parte em que os ‘monstros’ (Aliens? Zumbis? Sem spoilers, fica assim) decidem dar as caras.
Após o primeiro ataque dos ‘monstros’ o filme vai se perdendo aos poucos, introduzindo personagens chatos e sem carisma além de perder todo o clima que estava conseguindo manter até então. É quando um grande problema do filme resolve aparecer: A falta de um ator consistente que consiga carregar o filme nas costas (no caso, Ben Foster que, na minha opinião, não decidia o que fazer em cena). O ator começou ótimo mas foi perdendo noção do que fazer (assim como o filme).
Ainda falando em elenco, o diretor errou também ao escolher quem interpretar os personagens secundários, pegando Antje Traue e Cung Le (quem?!), dando vida a personagens chatos e sem carisma nenhum.
Mesmo com personagens chatos e atores perdidos em cena, o filme consegue ‘ir’, principalmente pelo fato de guardar grandes mistérios que vão sendo resolvidos aos poucos, o que funcionou muito bem e conseguiu prender até o desfecho, que, por hora, é muito bom e inesperado.



Ok, a história é um dejavu, os atores não estão cem por cento e o diretor se perdeu legal, porém, nenhum destes se sobressai sobre o maior dos problemas: A falta de sangue.
O filme tem mortes, monstros assassinos e carnívoros, personagens secundários pra matar a vontade, porém, o diretor amarelava na hora ‘h’ e corria com a câmera, ou mostrava tudo de uma distância ruim.
O filme não perderia o público alvo mostrando mais cenas de gore e também não precisaria virar um trash com sangue voando na tela a toda hora, porém, poderia mostrar sim mais sangue, mais membros arrancados e mais personagens sendo mortos.

O resultado final é um filme divertido mas que você não precisará se preocupar se daqui a uma semana tiver esquecido alguns detalhes (ou até o filme inteiro), já que isso provavelmente acontecerá com grande parte de quem tiver assistido

Nota Final: 6,5


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Cumprindo o prometido

Posted : 4 years, 4 months ago on 13 June 2010 04:22 (A review of The Uninvited)

Apesar de se tratar de um remake de um filme oriental, The Uninvited (O Mistério das Duas Irmãs - pt) é muito bem aproveitado, dirigido e interpretado.
O filme possui um clima e uma fotografia interessantes e cômodos para o tipo de filme que tem a pretensão de ser, além do fato de o elenco ser ótimo e mostrar serviço (destaque para a ótima -e linda- Elizabeth Banks, mas sem deixar para trás a ótima química entre Emily Browning e Arielle Kebbel como as irmãs Anna e Alex).
Por fim, se prepare para uma narração envolvente e que te prende até o fim sem decepcionar com o ótimo desfecho.
Ainda não assisti o original e fiquei muito curioso após ver o remake.
Já também pelo fato de não ter conferido o original, posso dizer que o remake (como filme analisado singularmente) é muito divertido e cumpre o desafio que se submeteu.

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Bom

Posted : 4 years, 10 months ago on 23 December 2009 03:54 (A review of Antichrist)

Primeiro queria fazer um pequeno 'artigo' sobre a nudez e cenas de sexo em filmes, sendo terror ou não.
PRA MIM, cenas de nudez e sexo devem existir quando são importantes para a história. Antichrist tem várias cenas de sexo e sim, eu aceito porque são cenas que tem um porquê. Agora, o famoso 'close na penetração' eu achei totalmente desnecessário, todos já haviam entendido que o casal fazia sexo, todos entenderiam toda a cena sem ser preciso o 'close'. E foi então que o filme perdeu pontos comigo, pela coisa desnecessária, aquilo que me pareceu como 'quero chamar atenção'. É, esse foi o erro de antichrist na minha concepção.
Ver um filme como esse me dava medo, pô, metade de pessoas saindo na metade do filme na exibição teste? Somente críticos com todo aquele bla bla bla elogiando? Poxa, deve ser uma merda mesmo. Ainda mais eu que amo discordar de alguns críticos.
Mas tive a oportunidade e decidi ver com meus próprios olhos. Poisé, o filme não é uma completa merda. O filme é inteligente e bem divertido, tem cenas de suspense ótimas e uma coisa que eu admiro em filmes: Cenas que tenham um porquê. Você vê e revê e vai cada vez entendendo mais. É, isso é bom.
O que faltou pra ser um filme ótimo? Nada. Não faltou nada. O que ocorre, como já disse, são as coisas em excesso e desnecessárias. Ou seja, o diretor poderia sim fazer um filme totalmente visceral, direto e conturbador, mas pelo jeito se perdeu no caminho fazendo mais-que-precisava.
Agora o ponto máximo de antichrist é, sem dúvida, a fotografia. Poxa, o filme é uma obra de arte!
Então o resultado é isso. É um filme bom e seria melhor se o diretor não quisesse forçar tanto pro filme ser bom, entende? O filme tinha tudo pra ser ótimo e o diretor fez um trabalho acima de média, mas de tanto querer fazer um filme 'muito bom mesmo' ele se perdeu.
As vezes o mais simples é o melhor,
e o caos reina.

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O terror ainda tem salvação? Sim.

Posted : 4 years, 10 months ago on 18 December 2009 11:14 (A review of The Ruins)

Pode dizer o que quiser, mas The Ruins, pra mim, é um dos melhores filmes modernos de terror.
O filme consegue melhorar coisas em relação ao livro, o que é muito raro desde que as adaptações surgiram no cinema. Mas ok, eu aceito dizer que não é um filme que você irá gostar, até porque, ou você gosta muito, ou não gosta. Coisa normal de acontecer com bons filmes.
No clímax, quando você descobre o real 'vilão' do filme é esperado dois tipos de reações: Você se excita de vez e aceita a história ou você broxa e sai xingando.
Eu me excitei.
O filme cai em clichês básicos mas ganha muito com a falta de medo em mostrar certas cenas. O suspense é na medida certa, tudo é certo. A única reclamação que tenho é: Por que o filme é tão curto?
As atuações. AH! As atuações.
Ok que Laura Ramsey não apresentou um trabalho muito 'nossa que bom' em filmes como Venom e The Covenant, mas vamos pensar, mesmo que ela quisesse, seria difícil exercer um trabalho bom em filmes desses. Mas assim, eu fiquei completamente fã dela depois de The Ruins. A personagem é ótima e ela consegue uma interpretação MUITO acima da média dos filmes de hoje.
The Ruins é assim, um filme que orgulha o gênero e mostra que o cinema do terror ainda tem salvação sim.

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Faz jus ao cargo de Clássico

Posted : 4 years, 10 months ago on 1 December 2009 02:46 (A review of The Shining)

A tempo que eu tentava assistir The Shining, porém, por diversos motivos, nunca consegui. Até que decidi apelar para a pirataria e baixar da internet, maravilhosa internet.
Quando um filme carrega a fama de 'clássico' nas costas, tenho que admitir que eu sempre assisto com um pé atras, principalmente depois da minha frustrada experiência com A clockwork orange e voalá! The shining é do mesmo diretor.
Sempre senti atração pelas obras literárias de Stephen King, apesar de só ter lido um livro dele. Ao pesquisar sobre o filme, li várias criticas negativas sobre a adaptação. O filme ainda estava baixando e eu já perdia as esperanças de ver um clássico que prestasse, o diretor era o mesmo sujeito que fez o, para mim péssimo A clockwork orange e estava sendo massacrado por não ser fiel ao livro de Stephen King.
Comprei um cachorro quente, desliguei tudo, sentei na frente do computador (o qual nunca foi meu preferido meio de ver filmes) e comecei. Achei engraçado um filme clássico começar com um erro tão gritante quanto o que vi. A sombra do helicóptero que filmava aparecia sem cerimônia pelas montanhas. É, o filme começou mal.
Mas esse, junto com a péssima atuação de Shelley Duvall -que mais parecia uma retardada (sem mais delongas)- foram os únicos pontos ruins do filme. Pior que até a péssima atuação dela as vezes parecia legal. Mesmo.
O filme tem um clima fantástico, a ambientação no hotel não tinha como ser melhor, até o pequeno ator Danny Lloyd fez um ótimo trabalho, junto claro, de Jack Nicholson, que conseguiu subir pontinhos comigo após o filme.
O desenrolar da trama é sensacional, fazendo duas horas e meia de filme passarem sem você perceber, não sendo maçante e chato como A clockwork orange.
A parte final é cheia de suspense e ação, deixando o filme somente melhor e melhor a cada cena. Pouco me importa se o filme não foi fiel ao livro, já que não li o mesmo, o que importa é que, como filme, The Shining é um clássico de letra maiúscula. Deixando tantos outros suspenses e pseudos-clássicos no chinelo.
Se quer um filme de qualidade, que te faça ficar realmente preso a cada cena, não tenha medo, The Shining é concerteza um clássico absoluto do gênero, com uma posição muito merecida na lista de filmes para se ver antes de morrer.


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Despresível e Vergonhoso

Posted : 4 years, 10 months ago on 30 November 2009 01:35 (A review of The Butterfly Effect 3: Revelations)

Se todo o 'brilho' de Efeito Borboleta (Butterfly Effect) já foi perdido no segundo filme, neste, ele é simplesmente ridicularizado.
O segundo filme ainda consegue ser um remake podre do primeiro filme, mas tenta seguir a linha de raciocínio.
Em Butterfly Effect: Revelation, como eu já disse, tudo foi ridicularizado, usando o 'efeito borboleta', por assim dizer, como pano de fundo para um filme medíocre e com falta tremenda de criatividade.
O filme começa bem, começa a pegar um ritmo e quando você pensa 'ok, vai ser melhor que o segundo' o filme acaba desandando completamente, ficando chato e difícil de assistir até o final.
As atuações são as mais porcas possíveis e o desfecho deixa você com duas possibilidades: Rir eternamente ou querer quebrar o dvd em pedacinhos e fazer o diretor engolir.
Agora eu deixo aqui meu apelo, PAREM DE FILMAR 'EFEITOS BORBOLETAS', VOCÊS NÃO CONSEGUIRÃO CHEGAR AOS PÉS DO PRIMEIRO E ISSO É VERGONHOSO PARA TODOS ENVOLVIDOS NOS FILMES. Obrigado.

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Posted: 7 months, 3 weeks ago at Mar 2 17:21
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Posted: 12 months ago at Oct 26 15:09
Posted: 12 months ago at Oct 22 22:23
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